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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

CANÇÃO AO LUAR


Para celebrar de novo o Dia dos Namorados, 14 de Fevereiro, publicar-se-á a 3ª edição do livro de poemas com o título acima referenciado.
É um excelente presente para o seu companheiro/a e, é claro, para quem gosta de poesia, de ler poesia que o mesmo é dizer, viver em poesia, desprezando o materialismo, sublinhando cada momento da sua vida com a expressão magnética da sua harmonia interior.
Se é um romântico/a, seja qual for o seu estado social, se ama repousada e confiadamente ou está apaixonado/a, escolha esta oferta se ela traduz a verdade do seu coração. Quebre a rotina.

Os primeiros 6 pedidos terão direito a um brinde.

Encomende já por:

e-mail: amaorisantos@hotmail

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Lançamento d’A Bíblia Sagrada – sonetos



Dentro de dias, será lançado ao público, o 1º volume d’A Bíblia Sagrada – sonetos, que integra os cinco primeiros Livros escritos por Moisés: Génesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronómio.
Obra volumosa, num total de 718 páginas, é credenciada pelos comentários de prestigiadas figuras do mundo literário e representa uma excelente oferta de Natal para alem de constituir um agradável momento espiritual de leitura e compreensão do conteúdo histórico-social do Velho Testamento.

Os pedidos podem ser dirigidos a:




Presume-se a edição do 2º volume - de Josué a II Reis, em Abril do próximo ano.



A CRIAÇÃO DO CÉU E DA TERRA


No princípio era o caos, profundo abismo,
trevas e solidão que se diria
buraco negro de um medonho sismo
de uma terra desértica e vazia.


Sobre esse inexpressivo irrealismo,
sobre essa imensidão de letargia,
as águas sem marés e sem lirismo
não tinham mais que sombras de agonia.


E Deus criou assim a terra e os céus.
Sobre eles em surdina se movia
como vento envolvido em estranhos véus.


Em paleta de cor e de harmonia,
com doce voz solene disse Deus:
Faça-se luz! E foi primeiro dia.

                                         ( de Génesis )

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

A BÍBLIA SAGRADA – sonetos


No ano de 2003, foi-me oferecido um exemplar, de grandes dimensões, de capa preta e letras douradas. Este Livro destinava-se a dar corpo à ideia de transformar a história do Velho e Novo Testamento numa narração condensada em sonetos.
Esta ideia foi de imediato acarinhada e incentivada pelo prestigiado presbítero e maestro de coro, Torcato Lopes que até hoje, se manteve sempre presente e deu a este trabalho o estímulo dos seus textos de apoio inspirados em fontes de heurística e hermenêutica de a.C. e d.C.
Da mesma égide, o Pastor e historiador bíblico Fernando Martinez, grande apreciador da minha poesia nesta modalidade, dedicou-me palavras tão encomiásticas, merecidas por certo mas que foram o archote sempre aceso nesta complexa cruzada.
Deixo aqui o meu profundo reconhecimento a um e a outro. Este primeiro volume integra os cinco primeiros Livros escritos por Moisés - Génesis, Êxodo. Levítico, Números e Deuteronómio.
O 2º volume resume-se no conjunto dos livros de Josué, Juízes, Ruth, I e II Samuel e I e II Reis.

Porque escolhi a Bíblia Sagrada para ser lembrada nos meus versos, remonta-se ao facto de na infância, a ler com assiduidade, principalmente a vida e costumes dos hebreus e o seu relacionamento com Deus e mais tarde, na idade escolar, na disciplina de Moral e Religião, a ler em voz alta para toda a turma. A Bíblia era para mim, naquela época, um compêndio de História.
A sua leitura frequente levou-me a descobrir a verdade daquelas profecias e como elas são perfeitamente aplicáveis aos dias de hoje. Contrastam com o materialismo e consumismo da vida dita moderna. E sobrepõem-se ao progresso com o quinhão de felicidade que prometem ao homem sem vislumbre de sucesso.
A ideia de lançar uma Bíblia escrita em sonetos, funciona no meu espírito como um arauto, uma chamada de atenção, um convite à sua leitura Acima de tudo, um convite à reflexão.

Porque escolhi o soneto e não o verso livre.

Desde que descobri em mim a veia lírica e me lancei com poesia infantil, no tempo do liceu, experimentei “voar” através das duas quadras e dois tercetos, de dez ou doze sílabas, porque isso me permitia abstractamente, dar melodia a estrofes que exigem musicalidade, métrica e sensibilidade lírica. É como dedilhar um instrumento de corda.
Gostaria que este trabalho tivesse o mérito de entusiasmar hábitos de leitura, hábitos de leitura poética e, sobretudo, hábitos de leitura bíblicos onde se encontram as respostas que se procuram.